segunda-feira, novembro 17, 2008

Conceito, limite e amor

E da confiança dos meus olhos nos teus nasce o que eu não sei denominar. Porque há dias eu tento entender o que eu sinto e dizer que isso simplesmente é amor, seria pra mim simples. Mas um dia eu aprendi que definir é limitar. E tentar limitar o que pra mim é completamente sem limites é no mínimo frustrante. Frustrante porque eu sei que nunca vou conseguir saber a dimensão do que eu sinto, vejo, quero, sonho. E é aí, nessa parte que te digo: “empatamos”. E eu coloco esse sorriso no rosto, me visto com a minha alegria mais colorida. E saio. Pra todo mundo ver que felicidade não se define. Se vive. Sem limites.



*um dia natural e ao mesmo tempo diferente; muito bom.... tudo pela beleza existente na simplicidade.

2 comentários:

Anônimo disse...

O que dizer de tudo isso?
Impressionante a tamanha sabedoria e delicadeza nas palavras que dentro de mim ecoam infinitamente e leio duas, três, quatro vezes. E a cada leitura, sinto uma sensação diferente, onde no fim, tudo se equilibra. É onde encontro harmonia e paz de espírito.

Anônimo disse...

Limite o amor e logo ele terminar, se impor limites ele logo perderá o brilho e não terá mais motivos para continuar existindo.